As 3 Linhas de Defesa na Gestão de Riscos Ocupacionais
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
Entenda quando a AEP se torna obrigatória pela NR-17, o risco de pular a etapa e como isso se conecta ao inventário de riscos do PGR.
A obrigatoriedade da AEP depende do resultado da avaliação preliminar de risco ergonômico prevista na NR-17: se essa avaliação indicar risco relevante, a análise mais aprofundada passa a ser exigida pra aquela atividade específica.
Presença de fatores como repetitividade alta, postura inadequada mantida por longos períodos ou levantamento de peso acima do recomendado, identificados na avaliação preliminar, tornam a análise mais profunda obrigatória.
Concluir que uma atividade não precisa de análise ergonômica sem documentar a avaliação preliminar que embasa essa conclusão deixa a empresa sem defesa técnica se um trabalhador desenvolver lesão relacionada depois.
A avaliação ergonômica, obrigatória ou não, deveria constar do inventário de riscos do PGR, com o critério que levou à decisão, pra que a ausência de análise aprofundada seja uma escolha documentada, não uma omissão.
Não fazer a análise ergonômica sem documentar por que não era necessária é decisão sem lastro técnico.
Documentar a avaliação preliminar, mesmo quando conclui que não é preciso ir mais fundo, protege a empresa depois. Conheça a GNRx
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
Entenda a diferença entre indicadores reativos e proativos em SST, e por que um painel completo precisa dos dois tipos.
Entenda por que conservação, ajuste individual e troca no prazo certo importam tanto quanto escolher o EPI certo.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.