Indicadores de SST: como monitorar a gestão
Entenda a diferença entre indicadores reativos e proativos em SST, e por que um painel completo precisa dos dois tipos.
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
O modelo de três linhas de defesa organiza a responsabilidade pela gestão de riscos ocupacionais em camadas complementares, cada uma com papel distinto, pra que a segurança não dependa só do técnico de SST.
Lideranças e trabalhadores no dia a dia, que identificam risco na rotina, seguem procedimento e reportam desvio. É a linha mais próxima do risco real e a mais importante, mas sozinha não sustenta o sistema.
A equipe técnica de SST, que estrutura o PGR, define política, monitora indicador e dá suporte técnico à primeira linha. Atua como referência e ponto de controle, sem substituir a responsabilidade da operação.
Avalia de forma independente se as duas primeiras linhas estão funcionando como deveriam, sem responsabilidade direta pela execução. É o que garante que o sistema não se avalie só a si mesmo.
Quando a segurança depende só do técnico de SST, na prática só existe uma linha de defesa, e ela está sozinha.
Distribuir responsabilidade de risco entre as três linhas, com rastreabilidade de cada uma, fortalece o sistema inteiro. Conheça a GNRx
Entenda a diferença entre indicadores reativos e proativos em SST, e por que um painel completo precisa dos dois tipos.
Entenda por que conservação, ajuste individual e troca no prazo certo importam tanto quanto escolher o EPI certo.
Entenda por que o PGR não tem prazo fixo de validade, quais eventos disparam a revisão e o erro de tratar o documento como definitivo.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.