As 3 Linhas de Defesa na Gestão de Riscos Ocupacionais
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
Entenda os gatilhos que exigem alterar o evento S-2240, além da admissão e do desligamento do trabalhador.
O evento S-2240 precisa ser alterado sempre que a condição de exposição do trabalhador muda de forma relevante, e não só nas datas fixas de admissão e desligamento que muitas empresas tratam como únicos gatilhos.
Se o trabalhador muda de atividade e a nova função tem exposição diferente da anterior, o evento precisa refletir essa mudança, porque o histórico de exposição contínuo é o que sustenta o cálculo de tempo especial.
Instalação de novo EPC, troca de EPI mais eficaz ou qualquer mudança que altere a exposição residual do trabalhador deveria ser refletida no evento, ainda que a função continue a mesma.
Quando o laudo técnico é atualizado e muda a classificação de exposição de uma função, o S-2240 de todos os trabalhadores naquela função precisa ser revisado em conjunto, não só dos novos admitidos depois da atualização.
O S-2240 desatualizado não é um erro pequeno, é um histórico de exposição que não bate com a realidade que o trabalhador viveu.
Vincular mudança de função, EPI e LTCAT à atualização do S-2240 evita esse desalinhamento silencioso. Conheça a GNRx
Entenda o modelo de três linhas de defesa na gestão de riscos ocupacionais e por que a segurança não pode depender só do técnico de SST.
Entenda a diferença entre indicadores reativos e proativos em SST, e por que um painel completo precisa dos dois tipos.
Entenda por que conservação, ajuste individual e troca no prazo certo importam tanto quanto escolher o EPI certo.
Mostramos o sistema funcionando com cenários parecidos com os seus e montamos o caminho de implantação junto com você.