A NR-1 não impõe um modelo único de matriz de risco. A empresa pode usar a matriz qualitativa clássica, probabilidade x severidade, ou modelos mais sofisticados, desde que o critério de classificação seja documentado e aplicado de forma consistente em todo o PGR.
Matriz qualitativa simples
Cruza níveis de probabilidade e severidade numa grade, geralmente de 3x3 ou 5x5, chegando a uma classificação de risco baixo, médio, alto ou crítico. É a mais usada por ser rápida de aplicar e fácil de explicar pra equipe.
Quando vale uma matriz mais complexa
Atividades com muitas variáveis, como espaço confinado ou trabalho com múltiplos agentes químicos simultâneos, se beneficiam de matrizes que separam mais níveis de severidade ou incorporam exposição e vulnerabilidade como eixos adicionais.
O que não pode faltar
Independente do modelo, o critério de cada nível precisa estar escrito no PGR, com exemplo de aplicação, pra que duas pessoas diferentes cheguem à mesma classificação avaliando o mesmo risco. Matriz sem critério documentado vira subjetiva.